sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
O que dizer da ultima moda entre os adolescentes e jovens, o “O Rolezinho”?
O comportamento dos adolescentes e jovens sempre foi e sempre será voltado para chamar a atenção da população e se tornarem sempre o centro das atenções. Mas também como na maioria dos casos exageram e transformam algo que poderia ser um evento cultural em uma agressão a população e ao bem estar da comunidade. Não sou contra a nenhum evento cultural ou movimentos que visam a integração dos jovens e adolescentes em lugares públicos, muito pelo contrario, acho que se souberem usar da força e criatividade que possuem podem revolucionar a nossa cultura. Muito menos tenho algum tipo de discriminação ou preconceito pois quando falo adolescentes e jovens incluo todos tipos, raças e condição social. Não concordo quando alguns grupos radicais aproveitam essa situação para instigar o preconceito e a discriminação. Como podemos acusar os lojistas dos shoppings ou ate mesmo os seguranças de preconceituosos por repelirem esses movimentos? Imaginem dezenas ate mesmo centenas de jovens entrando de repente em um shopping correndo, derrubando tudo, gritando, ou seja, perturbando a ordem do local. Isso não é manifestação cultural ou um simples encontro de jovens. Isso é mais um movimento de rebeldia de alguns que aproveitam a ideia de jovens bens intencionados para causar tumultos desnecessários. Em São Paulo, integrantes da União dos Núcleos e Associações de Moradores de Heliópolis e Região (UNAS), disseram que os jovens querem se manifestar fora dos seus lugares de origem, ou seja, longe de seus bairros, longe da periferia e junto da chamada sociedade. Agora pensem, isso sim é uma auto discriminação. Concordo que os jovens da periferia são discriminados sim, são esquecidos por todos e na maioria das vezes entram para marginalidade. Mas isso não é motivo para se manifestarem de forma agressiva contra essa mesma sociedade que almejam. Bem, espero que tudo isso seja mais um motivo para chamar a atenção dos nossos governantes que os adolescentes e jovens existem, estão hiperativos e estão gritando para chamar atenção. O Rolezinho não tem nada demais, desde que um simples encontro de jovens fora de seus bairros não se transforme em momentos de confusão, desordem e agressão gratuita.
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